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De perto ninguem é normal


Da série "Já vai tarde"

Nessas horas eu penso em voltar a ser religioso só para ter alguma esperança de que "isso" foi direto para o inferno.

Ganhei o dia hoje só com essa notícia.



 Escrito por Antaggio às 13h35
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Depois de sete anos, tudo termina. Aí vc faz uma bela viagem para liberar a cabeça de tudo e começar a vida nova com o pé direito, já devidamente enfiado na jaca. Ao voltar para casa, percebe que o ex passou por lá (sim, ele tinha a chave) com um caminhão de mudança e fez uma limpa significativa na mobília do lugar.

E aí, caro leitor inexistente - o que vc faria? Sentaria e choraria? Ligaria para tirar uma satisfação? Armaria um barraco?

Sabe o que eu vou fazer?

Um open house

;-)

 

P.S.: Alguém pelamordedeus tira essa música da minha cabeça...



 Escrito por Antaggio às 14h36
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Desculpe voltar sempre no mesmo assunto, mas como é possível você seguir com a sua vida se a sua fatura de cartão de crédito vem desse jeito?

Juro que é o último post a respeito. Palavra de escoteiro.

Agora de volta à nossa programação normal.



 Escrito por Antaggio às 10h16
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Work it out

(promoção por tempo limitado)

Berlin - work it out!

Prague - work it out!

London - work it out!

Ibiza - work it OUT!



 Escrito por Antaggio às 21h39
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Depois de muitos anos sem passar por lá, voltei hoje de Brasília de viagem rápida a trabalho. Eu sei que quem mora lá acha aquilo uma ilha deserta, mas eu continuo achando LINDA.

Não minto - sou paulistano adotado roxo, mas a beleza daquele árido desafia tanto que de uma certa forma me atrai. Quero voltar mais vezes, quem sabe sem correr tanto.

Aliás, quero fazer muitas coisas sem correr tanto... Acho que estou aprendendo devagar (no pun intended). Minha amiga diz que sofro de SPA - Síndrome do Pensamento Acelerado, mas acho que ultimamente essa Sindrome tem sido mesmo é de outra coisa, que não vou falar para não estragar. E para bom entendedor....



 Escrito por Antaggio às 20h51
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De volta, depois de mais de um ano.

Se vai rolar pra valer, não sei. Mas que vai ser bom, ah, isso vai.

As ruas de Berlim não me deixariam mentir.



 Escrito por Antaggio às 22h04
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Por motivos de força maior, este blog agora entra em recesso. Ele poderá ser retomado no futuro, mas não tão cedo.

There is a life out there that has to be taken care of. And priority is a bitch.



 Escrito por Antaggio às 12h53
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Não, eu não morri. Não adianta comemorar nem deixar homenagens póstumas mórbidas no orkut. Se bem que lá eu quase morri mesmo.

Estou mudando de área na minha empresa, e enquanto a pessoa que vai me substituir não chega, o meu novo chefe resolve sair de férias e delegar tudo para mim. Simples assim. Voltamos àqueles gloriosos dias de 12, 13 ,14h, madrugadas deliciosas no escritório, enfim, pure joy. Não morri mas não falta muito.


E para não deixar o post só com o mesmo mu-mu-mu de sempre, vão aqui duas leiturinhas desse verão que já acabou:


O doce veneno do escorpião: é isso aí: meninos, eu li. se vc fica preso num aeroporto por três horas, seus problemas acabaram. O tal do livrinho preto é que nem pacote de Elma Chips. Vc sabe que faz mal para você, mas não consegue parar. Depois de ler, vc descobre que antes de ser p*t*, ela também foi uma grande filha da p*t*. Toda aquela história de que teria sido maltratada pelos pais injustamente, e por isso ficou traumatizada, e foi forçada a seguir a prostituição, é pura balela. Ela escolheu cada passo do seu caminho. Ao menos ela foi sincera ao admitir isso.


As Intermitências da Morte: Como todo Saramago, não podia deixar de ser bom. Mas ao terminar de lê-lo fiquei com a impressão de que ele juntou dois livros sobre o mesmo tema num só, e não ficou bem claro o por quê. Tudo começa no mesmo clima de outros livros seus... partindo de uma premissa absurda, ele tece uma irônica crítica sobre as idiossincrasias da sociedade atual. fazendo-nos repensar sobre uma série de coisas que tomamos como óbvias. Só que do meio para o final do livro ele muda o enfoque, de um coletivo humano para o individual etéreo, mas de alguma forma humanizado pela figura da morte em si. O tom fica mais poético, culminando num final meio surpreendente meio amarrado. Mas como eu disse, é Saramago. Que nem chocolate e pizza - mesmo quando é mais ou menos é muito bom.


P.S.: Nossa, só agora me toquei o quanto a foto do post anterior estava horrenda. Quem viu, viu, quem não viu...

 Escrito por Antaggio às 21h58
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Carnaval 2006


- Coqueirão: foi nosso point na praia o carnaval inteiro (assim como tinha sido no Reveillon). Gente de todas as turmas, se encontrando e desencontrando, as rodas começavam pequenas, cresciam e se dividiam, parecia aula de biologia celular. Tudo isso iluminado por aquele sol que só o Rio sabe dar. E o melhor, a uma distância higiênica da Farme. Me senti tão à vontade que arrisquei um pulo na água, que surpreendentemente não estava tão fria como de costume. Quer saber mais? Clica .


- Baile do Copa: Felliniano. Acho que não tem outra palavra para descrever. A começar pela entrada, com direito a tapete vermelho e tudo, pelo qual você passa sob o escrutínio nada silencioso de uma pequena multidão que se acotovela a alguns passos de distância. Já me sentindo um daqueles movie stars, não me fiz de rogado: dei tchauzinho para eles à distânca, com aquele sorriso "eu adoro meus fãs". Ao entrar no hotel, a comparação é inevitável: se vc é um dos órfãos do Studio 54, this is as close as it gets: são salões imensos povoados por gente de black tie lado a lado com os fantasiados mais extravagantes (os mais ousados praticamente só de purpurina e um arranjo de cabeça). Decadence avec elegance, como diria Lobão. Ver todo esse cenário extravagante com uma trilha sonora de marchinhas de carnaval só contribuiu ao tom surreal na noite. Dançar carnaval de smoking sem parecer ridículo não é para todos... Para fechar a noite em grande estilo, saímos do baile totalmente a caráter direto para uma festa de aniversário de um conhecido numa casa no topo do Jardim Botânico. Imagine a comoção da festa ao nos ver chegar... Momento "A Marcha dos Pinguins" ;-)


- Camarote da Nova Schin: Eu já tinha desfilado duas vezes e ao contrário do que todo mundo fala, achei péssimo. Agora, depois de ter visto os desfiles de camarote, cheguei à seguinte conclusão: Infraestrutura é TUDO na vida de uma pessoa. Lá eu consegui sentir tudo que me falaram que era bom. Sim, o carnaval de avenida do Rio é realmente lindo, a energia é realmente contagiante. Mas COM infra. Camarote integrado com frisa, mesinhas, cadeiras, bancadas, buffet do Fasano, massagem, pista com DJ, ar condicionado, etc. Isso sim é carnaval. O resto é sofrimento amenizado com bebida alcóolica.





- Outras festas: fui na Revolution e na Marina da Glória. O ponto alto das duas festas foi euzinho da silva, que dancei até 6 da matina só na água mineral. É isso mesmo, cada vez mais clubber de cristo. O mais engraçado é que falei isso no ouvido de um amigo meu no meio da festa, ele arregalou o olho e disse que não acreditava...Como eu nunca fui de enfiar o pé na jaca nessas coisas, perguntei pq ele não acreditava. Ele me responde: "Você??? Fazendo crystal???" ;-) Ah, mas valeu para uma coisa: Na Revolution o Tony Moran tocou DUAS VEZES o meu hino atual: a versão remixada de The Wings, do Gustavo Santaolalla (da trilha sonora do Brokeback Mountain). Toda vez que eu ouço essa música eu vou às alturas. Além disso, sem muita novidade: muita bicha descamisada, elas sobem, elas descem, elas dão uma rodada, elas estão des-con-tro-la-das. E MUITO bombadas. Meu deus do céu, está cada vez mais assustador ver o estado do povo nessas festas. Meda, eu digo.


- Banda de Ipanema: podem falar o que quiser, mas todo ano eu me emociono com a banda. Até pq foi lá que eu conheci o Jason. Eu sei que tem muita putaria e pegation, mas eu vejo de longe e ainda me divirto com as drags e a emoção do povo dançando e cantando no meio de famílias e crianças. Ah, se todo mundo fosse tolerante como se é na banda...




 Escrito por Antaggio às 20h05
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Mudernidade
 
Quando me perguntam "Você gosta de electro?", eu sempre fico sem ter muito o que responder.
 
Em boa parte pq sei que, para usar um termo de marketing, nunca fui um early adopter. Sempre que me reparo com uma novidade, eu olho ela de cá, ela me olha de lá e só me aproximo quando tenho certeza de que não vai tirar pedaço. Acho que é esse lado mineiro que eu carrego comigo. Muitos dos meus melhores amigos são mineiros, e eu adoro o sotaque, apesar de nunca ter morado lá nem ter família por aquelas bandas.
 
But I digress. Retomando o assunto das novidades, eu não sou o que se pode chamar de up-to-date. Tudo o que está no grito da moda geralmente me faz gritar por outros motivos. Eventualmente eu posso vir a gostar, mas só depois de separar o joio do trigo e ficar com o que realmente teve qualidade. Corro o risco de ser careta, mas eu prefiro isso do que ter a obrigação de endeusar tudo o que há de mais novo só para pagar uma de moderninho. Vcs conhecem o tipo, sempre copiando descaradamente quem eles consideram trendsetters (já estão nascendo as brotoejas), com o ar blasé (this is soooo five minutes ago) e sem um pingo de personalidade.
 
É por isso que sempre que eu ouço electro, me vem à cabeça os versos deles:
 
I bet you look good on the dance floor
Dancing to electro-pop like a robot from 1984


 Escrito por Antaggio às 19h51
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Que vergonha.

 Escrito por Antaggio às 14h10
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Para os fãs desconsolados de Brokeback Mountain:

Eu só tenho duas coisas para dizer para vocês:

Isso e isso.

E bola pra frente, EU QUERO É MAIS!!!!

 Escrito por Antaggio às 15h44
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Momento fofolk.

Cansou das compilações caça-ní­queis pseudo-lounge/chillout (o clichê dessas duas palavrinhas juntas me dá arrepios).
Não se desespere - Gil Barbara está aqui para ajudar.
Podcast, playlist, set, uó-evah. Baixa aê­ e ouve que vc não vai se arrepender.
A melhor descobertas foram Turin Brakes e Nouvelle Vague.
Bon voyage.

 Escrito por Antaggio às 10h00
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Vc sabe que está namorando há muito tempo quando...

Em um momento inspirado pela música que está tocando, se aproxima do seu namorado, faz uma pequena declaração e recebe como resposta:

"Ah, não se esqueça de marcar sua consulta no dentista."

 Escrito por Antaggio às 17h27
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Estava no meio da leitura de um outro livro, daqueles bem compridos e bem difíceis, quando foi lançado o Quase Tudo da Danuza Leão. Fiquei naquela dúvida cruel: serei fiel ao meu livro atual ou dou uma escapulida básica para ler a novidade? Depois de alguns dias de dilema ético, resolvi tomar uma atitude bem ao estilo da própria e cedi à tentação.

Logicamente eu esperava um livro deliciosamente fútil e superficial bem ao estilo daqueles prazeres proibidos que nos permitimos em salas de espera, mas desta vez encadernado para dar uma disfarçada. E não me decepcionei - o livro realmente é isso, mas também um pouco mais, afinal ao longo de sua vida ela se relacionou (das mais diversas formas) com personagens-chave da história brasileira (e até alguns bam-bam-bans internacionais). Maridos, amigos, amantes, desafetos, a tal teve contato direto ou indireto com gente muito graúda e formadores de opinião. Por causa disso o livro também dá uma perspectiva saborosa dos bastidores da cultura e política nacional nas últimas décadas como nenhum outro até hoje. Desde detalhes fúteis sobre que político paquerou com que socialite, assim como descrições de noitadas fellinianas com aqueles que nós só conhecemos pelas manchetes de jornais e livros.

Mas não vá se entusiasmando - é pura diversão (e algum voyeurismo), misturada com uma nostalgia de um tempo que muitos de nós não viveram, mas que gostariam de ter vivido ou de saber como foi. Não se esqueça de que não passa de um livro de memórias sem nenhum compromisso factual. Afinal, é a perspectiva de alguém que teve a História batendo à sua porta, mas apenas acenou de longe da piscina, pois estava muito ocupada fazendo a dieta da alface e just being fabulous.

 Escrito por Antaggio às 17h05
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